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No Centro da cidade, um monumento com a forma de uma anta, no chafariz da praça, logo chama a atenção. O símbolo faz alusão ao animal que originou o nome da municipalidade.

O curioso nome foi conferido ao município ainda nos primórdios da sua colonização, quando toda a região era constituída de densas matas entre os rios Guaporé e Forqueta. Sabe-se que, devido a essas condições naturais favoráveis, a área era muito rica em espécies vegetais e animais, em especial as antas. Conta-se que, certa vez, foi abatida nas cercanias, uma anta de grandes proporções. Admirados com o tamanho do animal, os desbravadores logo passaram a utilizar o fato como referência sempre que se mencionava o local. Diziam: “Lá onde mataram a anta gorda…”.

Como se pode deduzir, a cultura popular não demorou a assimilar o nome, todos os moradores da região já denominavam a área como “Anta Gorda”. A tentativa de mudar o nome foi em vão. Em 1910, quando a localidade passou a ser oficialmente o 4° Distrito de Lajeado, seu nome foi modificado para “Carlos Barbosa”, porém, a nova denominação não gerou repercussão entre o povo, que continuava optando pelo nome antigo. Dessa forma, em 1912, o povoado voltou a chamar-se oficialmente de Anta Gorda.

Com a emancipação política de Encantado em 1915, Anta Gorda passa a ser 2° distrito desse município. Neste mesmo ano, foi realizado o primeiro recenseamento, cujo resultado apurado foi de 5.558 habitantes em Anta Gorda e 3.322 em Itapuca. Em 1920, era criado o distrito de Putinga, formado de parte de Anta Gorda, que assim sofria uma sensível redução no seu território. Anta Gorda até já foi sede do município de Encantado, isso em 1936 quando, por questões políticas, a prefeitura foi transferida de lá. O Distrito de Itapuca também já pertenceu à Ilópolis, isso entre 1938 e 1950. Desde que passou à Distrito, Anta Gorda também contava com Dr. Ricardo, mas em 1959, essa localidade virou Distrito de Encantado também e o território antagordense foi ainda mais diminuído.

A comissão emancipadora foi formada por Arminho Miotto – Presidente, David Goldoni – 1º vice, Antonio José Arossi – 2º vice, Dorvalino Periolo – 1º tesoureiro, Alberto Polese – 2º dito, Demétrio Zuffo – 1º secretário, João Pavoni – 2º dito. Também apoiaram o movimento os seguintes cooperadores: Giordano Citolin, Aníbal Corbellini, Antonio Tremea, David Lazzari, Antonio Miotto, Ângelo Baratto, José Dameda, Orestes Santin, Waldemar Bresolin, José Contini e Remígio Casagranda.

O caminho para que Anta Gorda pudesse ser chamada de município, não foi simples e nem tão rápido para esses cidadãos. Eles dedicaram dias e dias, passavam de casa em casa, ficavam noites longe de suas famílias para que a votação do plebiscito tivesse êxito. No dia oito de dezembro de 1963 ocorreu o plebiscito popular para a população dizer se queria ou não a emancipação. No total, 1.453 eleitores, dos 1.984 inscritos na zona a ser emancipada, compareceram às urnas. Foram favoráveis 1.209 pessoas e 223 votaram contra.

Fonte: Site Anta Gorda 

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ENDEREÇO:

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